Spark the electric jester – O Sonic brasileiro – Análise

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Houve um tempo que o Sonic era um dos personagens mais importantes dos videogames, protagonista de uma das guerras de consoles mais icônicas entre Nintendo e Sega. Do começo dos anos 90 para cá, alguns jogos do ouriço da Sega decepcionaram os fãs e os jogos 2D do personagem foram renegados aos consoles portáteis e jogos menores. Assim acabou surgindo uma grande carências de bons jogos do Sonic e quem acabou suprindo essa necessidade foram os próprios fãs, que “arregaçaram as mangas” e começaram a fazer seus próprios jogos do ouriço. Muitos desses fãs mostraram que entendiam o personagem Sonic e o que fazia os jogos da franquia serem bons de uma forma que nem seus criadores demonstraram saber, tanto que um dos anúncios mais aguardados pelos fãs, o Sonic Mania, foi feito por desenvolvedores que vieram da comunidade de fãs do Sonic, que conseguiram portar muito bem os jogos clássicos do ouriço para os celulares. Um dos maiores destaques nessa comunidade é o brasileiro Felipe Ribeiro, mais conhecido como LakeFeperd, que depois de ter desenvolvido 3 jogos de Sonic, resolveu usar essa experiência para fazer o jogo Spark the electric Jester, um título nos moldes dos games do ouriço da Sega.

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Remasters antigos

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Remasters, a nova mania  para se odiar da galera (mais uma nova modinha para ser odiada pela galera), pois afinal de contas, é um negócio que só surgiu agora, certo? Verdade que ultimamente estão surgindo muitas novas versões de jogos antigos, algumas vezes com simples melhora gráfica, e outras vezes até a estrutura do gameplay é mudada. Mas será que isso é uma novidade que só surgiu agora? Na verdade não. Com a necessidade de dar utilidade a consoles de nova geração quando os jogos exclusivos ainda estão sendo feitos, vários remasters estão saindo ultimamente, mas não quer dizer que isso não era feito antes. Os motivos disso não ser feito em larga escala antigamente vão desde da dificuldade de converter um jogo para outra arquitetura, até a falta de necessidade de fazer isso, pois o tempo de desenvolvimento de vários clássicos da era 16 bits não passava de um ano.

Não lembra destes remasteres? Então vou citar alguns que mais me vêm à memória quando eu lembro do assunto.

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Vanquish – Análise do jogo de tiro do mesmo criador de Resident Evil

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Desenvolvido em parceria com a Sega, Vanquish é mais um excelente jogo da Platinum games que foi sucesso de crítica e ignorado pelo grande público. Trata-se de um jogo de tiro em terceira pessoa, dirigido por Shinji Mikami, o mesmo responsável por Resident Evil 4, o título mais influente nesse estilo de jogo e por esse motivo havia uma grande expectativa para Vanquish, ainda mais sendo o primeiro jogo dirigido por Mikami fora da Capcom, tendo toda liberdade que uma empresa que o próprio Mikami havia fundado e o que ele provavelmente descobriu é que autonomia é bom, mas financiamento também. Continue lendo

Power Rangers o filme – Análise do jogo do super nintendo

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Com o remake recente de power rangers, talvez alguns podem se perguntar de onde que veio tamanha tosqueira que mais parece capa de caixa de placa de vídeo. Nos anos 90, a empresa que processou o jogo brasileiro Chroma Squad, resolveu adaptar de forma tosca séries de super heróis japoneses, mudando totalmente o roteiro e colocando autores americanos (america fuck yeah). Sei lá por qual motivo, essa série fez bastante sucesso e até eu mesmo assistia o negócio, embora hoje em dia não entenda muito porque gostava. Como ganhar dinheiro apenas com a série de TV era pouco, inventaram um monte de produtos licenciados, inclusive um filme, que contava com os piores efeitos especiais que provavelmente você já viu em um longa metragem. Ao menos uma coisa maneira saiu dai, que foi o jogo baseado no filme que era baseado na série que por sua vez era adaptada de um seriado japonês. Pois é, uma confusão desgraçada que não te culpo se você não entender nada. Continue lendo

Momodora: Reverie under the moonlight – Análise do metroidvania brasileiro

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A série Momodora começou bastante influenciada pelo clássico indie Cave Story, semelhança essa que com o tempo foi ficando cada vez menos evidente até que o quarto episódio da série intitulado como “Momodora: Reverie Under the Moonlight” foi lançado, o jogo mais impressionante da série até então. Continue lendo