Playstation Classic poderia ser diferente?


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Parece que essa moda de consoles mini veio para ficar, pois até a Sony entrou nessa. Depois da nintendo lançar o nintendo 8 bits e o super nintendo em versões mini, a SNK lançar seu Neo Geo Mini e a Sega prometer entregar em 2019 o Mega Drive Mini, a Sony resolveu copiar essa ideia e trazer o Playstation Classic, uma versão miniatura de um dos consoles mais importantes da história dos videogames, o Playstation 1, o console que popularizou de vez os cds como a principal mídia para jogos, deixando os cartuchos ultrapassados. Continue lendo

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Far Cry 3 Blood Dragon – O Far Cry dos anos 80 – Análise


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O ano é 2007, o futuro onde existem cyborgs no exército e a guerra fria acabou esquentando, virando um conflito nuclear. Nesse cenário, o cyber soldado Sargento Rex invade uma ilha bizarra, cheia de animais modificados, para deter as forças do mal lideradas pelo Coronel Sloan que querem ameaçar a liberdade da grande nação dos Estados Unidos. Nessa premissa super brega que a aventura de Far Cry 3 Blood Dragon começa, pois é isso mesmo que esse jogo quer, que é resgatar essa ficção científica dos anos 80, algo que é futurista, mas ao mesmo tempo bastante retrô. Continue lendo

A origem de Kirby – Kirby’s Dream Land

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Nas primeiras décadas da história dos videogames, os jogos eletrônicos eram conhecidos como desafiadores. Finalizar um jogo era coisa de pessoas muito habilidosas, que tinham bastante paciência ou simplesmente não tinham opção. Isso cada vez mais deixou de ser tendência e as empresas aos poucos foram notando que precisam trazer públicos mais jovens e menos habilidosos para a indústria. Uma das iniciativas mais notáveis foi Kirby’s Dream Land lançado em 1992 para o game boy, o primeiro jogo de uma série de uma das franquias mais sólidas da Nintendo, embora não tão popular como outras desse período.
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3 fangames promissores cancelados

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Muitas empresas dizem por aí que fazem jogos para os fãs, mas ignoram os pedidos constantes de continuações e remake de jogos clássicos. Em alguns casos, os próprios fãs resolvem fazer esse trabalho, mas as empresas donas das marcas as quais tanto gostamos, pedem para os fãs pararem com seus projetos, principalmente quando eles são promissores. Por isso vou fazer uma lista dos jogos os quais acompanhei pessoalmente o cancelamento deles. Continue lendo

Como a Keyblade representa Kingdom Hearts

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Misturando Final Fantasy com longas animados da Disney, Kingdom Hearts acumula cada vez mais fãs, porém também desperta o ódio daqueles que acham a trama confusa e bizarra demais. Realmente a história de Sora e seus amigos não é para qualquer um, nem eu mesmo entendo tudo o que acontece naquele enredo ultra fragmentado em diversos jogos diferentes, mas existe uma coisa do design da série que te prepara para o que está por vir, que é o maior símbolo de Kingdom Hearts: A Keyblade. Continue lendo

Dust: An Elysian Tail – Metroidvania com ação desenfreada – Análise

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Quando foi lançado lá em 2012, Dust: An Elysian Tail impressionou muita gente. É um metroidvania grande e completo, parecia ter sido feito por uma equipe gigante, mas na verdade, tirando o trabalho de vozes dos personagens, trilha sonora e algumas partes do roteiro, toda o resto foi feito por um artista só, o Dean Dodrill, isso mesmo, um cara sozinho programou um jogo grande, desenhou tudo, inclusive às excelentes animações de personagens e entregou um grande jogo na época, mas será que ele continua bom? Continue lendo

Emulador é coisa de criminoso?

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Desde que surgiram, emuladores de videogames são alvos de muita polêmica, inclusive entre jogadores. Muita gente chama de “criminosos” as pessoas que só querem conhecer um pouco melhor o passado ou simplesmente relembrar dos clássicos. Devo dizer que eu tenho nojo dessa mentalidade elitista que quer jogar a responsabilidade de um problema no consumidor, no lugar de tentar encontrar uma solução. Mas antes de começar o meu argumento propriamente dito, eu só quero esclarecer que não sou a favor de pessoas usarem emuladores para jogar jogos novos que ainda tem muito o que vender, como o Zelda Breath of the Wild ou Persona 5, mas jogos com mais de 15 anos de idade são tão antigos que muitas pessoas nem tem mais onde rodar esses games, por não terem mais TV de tubo com entradas antigas. Sim, quem tem o direito autoral do jogo pode sim decidir como seu jogo vai ser jogado e se vai cobrar por ele, mas o que eu quero dizer é que o problema não são os emuladores, muito pelo contrário, eles são a solução. Continue lendo