Fluffy Horde – RTS brasileiro – Análise


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Desenvolvido pelo estúdio brasileiro Turtle Juice, Fluffy Horde é um jogo estilo RTS como Age of Empires e Warcraft, mas com a diferença de ter visão lateral e principalmente, não se levar nenhum pouco a sério, pois afinal de contas, sua missão é combater um shaman o qual quer destruir um reino lançando uma praga de coelhos fofinhos. Continue lendo

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Diablo Immortal é tão ruim assim?


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A Blizzcon, conferência de lançamentos da produtora Blizzard, vai ficar marcada em 2018 com a que teve a pior reação dos fãs. O motivo disso é que o anúncio para fechar a conferência, aquele jogo que deveria empolgar todo mundo acabou gerando revolta. Estamos falando da revelação que a franquia Diablo estava indo para o mobile, com o Diablo Immortal. Os desenvolvedores no palco não pareciam entender e para falar a verdade, até para mim demorou um pouco compreender a reação dos fãs e por isso vou tentar analisar aqui porque a Blizzard resolveu apostar em um jogo de celular e a razão dos fãs terem recebido essa notícia de forma tão negativa. Continue lendo

4 jogos de PSP que não saíram do Japão


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Embora tenha feito sucesso no mundo inteiro, no Japão o PSP foi uma febre. Os títulos mais populares entre os japoneses como os RPGs e Visual Novels lotaram o catálogo do console com bons jogos, alguns deles infelizmente não vindo para o ocidente. Vou citar aqui 4 deles os quais bem que poderiam ter chegado para nós. Continue lendo

Como Castlevania da Netflix humilha Hollywood


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Não é segredo para ninguém que ainda não tivemos aquele filme de videogame que todo fã pode “encher a boca” para dizer que é bom, embora alguns como o de Silent Hill e Mortal Kombat tenham chegado perto. Alguns podem dizer que é muito mais complicado adaptar um videogame do que um livro ou um quadrinho, pois essas outras mídias são passivas assim como o cinema, isso é, nos videogames o espectador interage com aquela história e mesmo que o enredo contado não seja bom, se o ato de jogar é satisfatório, já é o suficiente para o jogo ser agradável. Já em um livro ou quadrinho, geralmente você apenas acompanha como espectador, sem nenhuma interação. Acho que todo mundo poderia pensar isso, até essa segunda temporada da adaptação de Castlevania ser lançada na Netflix, uma animação que não tem vergonha de ser fiel ao material original e ao mesmo tempo entrega uma história que qualquer fã de enredos góticos com muita ação pode gostar. Continue lendo

Dead Space – Claustrofóbico e imersivo – Análise


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No começo do século 21, acreditava-se que jogos não davam mais medo e as pessoas não queriam mais uma temática aterrorizante neles. De fato, na época do playstation 1, o mercado foi inundado de títulos que prometiam dar sustos nos jogadores, mas o terror não é algo que a maioria das pessoas podem experienciar o tempo inteiro, pois com o tempo, o natural é superar o medo e ele não ter mais efeito. Assim, se o jogo não dava mais medo, só sobrava mecânicas as quais propositalmente não respondiam bem aos comandos do jogador, câmeras horríveis e enredos um pouco monótonos. Claro que ainda existiam aqueles que sentiam medo nos jogos, mas não era um público grande o suficiente para suprir altos orçamentos. Por esse motivo, Resident evil 4 partiu para o lado da ação, depois que a Capcom não ficou satisfeita com as vendas do Resident Evil Remake, um excelente jogo cujo principal problema era ser mais um título em uma temática saturada. Resident evil 4 redefiniu o gênero de tiro em terceira pessoa, com uma câmera nos ombros do personagem e principalmente mostrando para a indústria que a principal franquia de terror dos videogames estava abandonando os sustos para entregar uma boa mecânica de tiro, então o melhor era todo mundo fazer a mesma coisa, mas um desconhecido estúdio da EA, a Visceral Games, que só fazia jogos baseados em licenças como Simpsons, Poderoso Chefão e James Bond, estava afim de criar algo novo, usando como base o título que matou o terror nos videogames, um game aos moldes Resident Evil 4, porém com uma diferença básica: O jogo seria aterrorizante. E assim surgiu a ideia de Dead Space. Continue lendo

Assassin’s Creed: Bloodlines – PSP – Análise


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Lançado para o PSP e sendo um dos jogos mais lembrados da plataforma, “Assassins Creed: Bloodlines” veio para trazer a famosa franquia de assassinos da Ubisoft para o portátil da Sony, mas diferente de outros spin-offs da série lançados na época, a proposta desse jogo era entregar um gameplay semelhante ao que era vista nos consoles de mesa, mas será que o game conseguiu agradar as expectativas? Bom, eu acredito que não. Continue lendo