Gryphon Knight Epic – Jogo diferente de “navinha” brasileiro – Análise

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Era uma vez um dragão terrível que sequestrou uma princesa e ameaçou um reino. Para salvar aquele povo, foram convocados sete heróis, liderados por Sir Oliver, para dar cabo da besta sequestradora. Assim, esses valentes guerreiros conseguem salvar o reino juntos e cada um pega uma arma mágica do tesouro daquele dragão, vivendo felizes para sempre, ou ao menos era o que eles pensavam, pois alguns anos mais tarde, quando Sir Oliver estava entediado com sua vida pacata, é surpreendido ao caminho do mercado, por sua parte maligna, expulsa de seu corpo pelo amuleto o qual ele conseguiu no tesouro do Dragão, assim ele descobre que seus antigos companheiros estão sendo controlados pelas armas mágicas e por sua parte maligna, cabendo a Sir Oliver por um fim naquilo. Essa trama, que mais parece ter vindo de um conto de fadas, é a premissa do jogo brasileiro, Gryphon Knight Epic. Continue lendo

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3 sequências boas de jogos ruins

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Quando se fracassa na indústria dos videogames, raramente os desenvolvedores têm uma segunda chance de fazer uma continuação para a franquia, pois afinal de contas, quem é que vai querer jogar uma sequência de um jogo ruim? Felizmente alguns jogos puderam brilhar na suas continuações e mostrar para o público que sim, havia uma ideia interessante no jogo original, que assim como um diamante bruto, precisava ser lapidada para que se tornasse algo bom. Quer saber quais são esses jogos? Então confira a lista abaixo. Continue lendo

Necrosphere – Metroidvania com apenas 2 botões

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Feito pelo estúdio brasileiro Cat Nigiri, Necrosphere é um metroidvania com um proposta diferente: Usar apenas dois botões. Você pode pensar que isso é impossível, já que esse estilo de jogo é caracterizado por um mapa aberto, no qual o jogador coleta habilidades para passar por caminhos que inicialmente estão fechados, mas acredite, o jogo entrega o que promete. Continue lendo

The Crown Stones: Mirrah – Castlevania + Dark Souls brasileiro – Preview

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Há algum tempo estou acompanhando um certo projeto de jogo brasileiro chamado “The Crown Stones: Mirrah”. O motivo é bastante simples: Ele parece ser uma combinação bem interessante de Dark Souls e Castlevania, jogos dos quais gosto bastante. Mesmo assim, devo confessar que estava com “o pé atrás” com esse projeto, pois apesar de parecer que ele foi feito para mim, implementar algo assim exige extrema competência para equilibrar a dificuldade e principalmente, fazer esse combate funcionar. Continue lendo

Pac-Man Championship Edition DX – Análise

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Quando pac-man surgiu nos arcades foi um sucesso instantâneo. Várias coisas vistas nele eram inéditas, como os power-ups, as pílulas que viravam o jogo e permitia o jogador por curtos momentos poder dar o troco nos seus inimigos, os 4 fantasmas, os quais tinham comportamentos diferentes entre si. Era um jogo bastante simples que sempre se manteve em sua raiz, não mexendo muito no que já estava dando certo. Suas sequências diretas no máximo mudavam o labirinto e deixavam as coisas mais frenéticas. O personagem durante anos ganhou jogos de vários estilos, mas sinto que nunca tinha voltado a ser tão surpreendente quando foi no passado, até o lançamento de Pac-man Championship, um novo jogo da franquia que veio para mexer na base do que as pessoas acreditavam ser pacman e ao mesmo tempo não deixar de ser um jogo da franquia. Continue lendo

Sonic Mania – Sonic voltou a ser o que era? – Análise

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Quando eu era criança, Sonic era com certeza meu personagem favorito. Sua pose revoltada e jogos que exploravam a velocidade representavam tudo que qualquer criança queria ser, motivo principal dele ser popular até hoje. Por essa razão, eu demorei para entender que o ouriço da Sega tinha se perdido. Não acho que Sonic Adventure, e até mesmo o tão criticado Sonic Unleashed, sejam jogos ruins, apenas tinham se distanciado bastante daquele personagem que eu conhecia e não eram jogos tão grandiosos que chamavam a atenção de todos como no tempo do Mega Drive, mas sim jogos que “cumpriam tabela”, assim como um aluno mal aplicado que tira apenas aquela nota boa para passar de ano. Por isso quando vi o anúncio de Sonic Mania, todas as minhas esperanças de ver um excelente jogo, do ouriço mais rápido do mundo, tinham acabado e pensei que novamente seria entregue mais um jogo maneiro, porém nem tanto assim. Continue lendo

Final Fantasy do Netflix é bom? – Final Fantasy XIV Dad of Light – Análise

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Quando fiquei sabendo que Final Fantasy 14 ganharia uma série na netflix achei no mínimo bizarro. Para quem não sabe, o décimo quarto jogo da série Final fantasy é um MMORPG, um tipo de jogo que você mergulha em um mundo juntamente com outros jogadores. Existem várias tentativas de trazer experiências dos MMOs para outras mídias, mas geralmente elas tentam contar uma história épicas de jogadores em MMO futuristas, como em Sword Art Online ou a série .Hack. Outras vezes trazem aberrações como o anime de Ragnarok Online, uma animação feita apenas para promover o jogo sem nenhum cuidado de trazer uma história que se aproveite. Por isso, a decisão de trazer Final Fantasy XIV para o netflix me pareceu estranha, até porque não conheço a fundo o jogo, mas me parecia estranho a Netflix e a Square Enix apostarem suas fichas em uma série de um jogo cuja a história acredito que pouca gente se importa, sendo que a verdadeira experiência e vivência do jogo acontece com o contato com outros jogadores. Não parecia ser uma ideia boa e o gosto amargo do péssimo filme de Death Note ainda estava na minha boca, mas por acidente, enquanto estava escolhendo algo para assistir, acabei apertando sem querer nessa série e pensei: Ah vamos ver no que dá esse negócio ai. Continue lendo