A mídia está sendo tendenciosa? Jornalistas sonystas?

O jornalismo de videogames estão puxando saco da Sony? Saiba o que eu acho disso.

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Rampage – A série de jogos que inspirou o filme

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Muitos jogos querem te colocar no papel de herói. As pessoas adoram o sentimento que estar fazendo a coisa certa, mesmo que em um videogame. Mas nem todos os jogos querem que você salve as pessoas e em alguns você pode ser o vilão. Um desses jogos que te coloca no papel de antagonista é Rampage, uma série que faz referência aos filmes de monstros como King Kong e Godzilla, o qual coloca o jogador no papel de criaturas gigantes destruindo uma cidade. Eu lembro de sempre ter visto os jogos dessa série nas prateleiras das locadoras, porém ninguém jogando, então me surpreendi que um jogo, o qual eu nunca tinha visto nada além das capas, tinha ganhado uma adaptação para cinema com o The Rock como astro do longa. Por esse motivo resolvi jogar os games da série e fiquei ainda mais surpreso dessa franquia ter ganhado um filme de alto orçamento com uma campanha de marketing forte a qual eu vejo falar sobre o filme em qualquer lugar da internet que eu esteja. Continue lendo

Metroid Zero Mission – Reimaginação do primeiro jogo da série – Análise

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O primeiro Metroid foi um clássico jogo do Nintendo 8 bits. Tinha uma proposta ousada de deixar o jogador invadir um planeta perigoso sozinho e vasculhar cada canto dele para encontrar itens, os quais deixam a personagem mais forte. Era uma proposta interessante, porém não muito bem executada. O mundo aberto ainda é um pouco linear, pois o jogo não conta com o recurso de mapa, então se tivesse muitos caminhos diferentes, as pessoas iriam se perder com facilidade. O fato dos gráficos do jogo serem limitados, faz com que muitos corredores pareçam iguais, e apesar do esforço de rechear eles com inimigos em posições diferentes, tudo fica bastante maçante, principalmente por causa da dificuldade elevada, que acaba punindo o jogador que desviar do caminho certo para explorar melhor. Assim, a primeira aventura de Samus Aran ficou datada e esquecida, principalmente depois do Super Metroid, o terceiro jogo da série que colocou esse estilo de jogo em outro patamar de qualidade, estilo esse que em alguns anos no futuro seria conhecido como metroidvania.

No Super Metroid era possível salvar o progresso em várias partes no lugar de salvar automaticamente no começo do setor, e tinha um mapa dentro do jogo para você saber onde estava, duas coisas que faziam falta quando alguém tentava jogar os títulos anteriores da série. Metroid 1 ficaria esquecido no tempo, até que vários anos depois uma reimaginação do primeiro título da série foi lançado para o game boy advance com o título de Metroid Zero Mission. Continue lendo

Croc – A origem secreta do mascote esquecido – Análise

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Engraçado como alguns jogos na época eram jogados por muita gente e hoje em dia, mesmo aqueles que jogaram, não lembram mais deles. Esses dias estava vendo uma avaliação de Crash 2 em uma revista de videogames da época, avaliação essa que diminuía a nota do segundo jogo da série crash por não ser tão bom quanto Croc e aí eu pensei: “Caramba, tinha esquecido que Croc existia” e pensando bem, existem muitos motivos que ele não seja mais lembrado. Croc é um jogo de mascote e plataforma 3D, duas características que deixaram de ser moda pouco tempo depois do lançamento desse clássico. Assim fiquei curioso de saber se Croc era bom e se continuava sendo. Então, fui jogar e pesquisar a história por trás do desenvolvimento desse game. O que eu encontrei me deixou bastante surpreso. Continue lendo

3 jogos que elas salvam eles

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O enredo mais manjado da história dos videogames é o de salvar a mulher indefesa. Na década de 80 e 90 muitos jogos tinham essa história e alguns atuais, como os da série Mario, ainda adoram usar esse enredo. Tendo isso em mente, você consegue pensar em algum jogo que a protagonista feminina tem a missão de salvar um homem? Se para você foi fácil, para mim eu demorei semanas para encontrar apenas alguns poucos jogos os quais tivessem essa premissa, por isso resolvi criar essa lista com eles. Continue lendo

River Raid e a sua criadora Carol Shaw

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Mesmo nos dias de hoje, videogames ainda carregam um estigma de ser algo para homens e desenvolvido por eles mesmos. Quando uma mulher fala que gosta de videogames, muitas pessoas se sentem ofendidas, como se o espaço deles estivesse sendo invadidos, o que não é verdade, pois videogame é uma mídia que pode ser apreciada por qualquer pessoa. No campo das exatas, as mulheres também sofrem bastante para conquistar seu espaço e muitas desistem de serem engenheiras ou programadoras, pois o mercado não as leva a sério, tanto que algumas vezes determinado feito foi realizado por uma mulher e nós nem ficamos sabendo disso. Esse talvez seja o caso de Carol Shaw, que criou um dos maiores hits do seu tempo, o River Raid. Continue lendo

Tomb Raider 2013 – Melhor jogo da franquia? – Análise

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Quando Tomb Raider surgiu lá no meio da década de 90, foi uma verdadeira revolução que hoje em dia eu acho até cômica, pois a principal novidade na época é que uma mulher era protagonista do jogo. Não que esse fato tenha sido realmente algo inédito, pois jogos como Phantasy Star 1, Valis e Final Fantasy 6 já tinham feito isso, mas pela primeira vez uma mulher protagonizava um título grande e popular entre a maioria dos jogadores da época, embora eu particularmente achava e ainda acho que os primeiros jogos da franquia eram uma porcaria, mesmo na época. A jogabilidade era terrível, os desenvolvedores tentaram colocar muita coisa, sendo que a maioria delas foi péssima executada e a Lara Croft, protagonista do jogo, era explorada de maneira sexualizada e não me entendam mal, eu não sou contra existir jogos que fazem esse uso da sexualidade feminina, eu apenas acho desinteressante, principalmente porque deixava a personagem muito vazia. Ela apenas era um heroína porradeira e gostosa, nada além disso. Isso foi mudando aos poucos com o decorrer da série. No Playstation 2, a Lara ainda continua porradeira, porém um pouco menos sexualizada e com jogos os quais têm jogabilidade muito mais funcionais. Mesmo assim, posso dizer que só fui gostar mesmo de Tomb raider depois do reboot da série em 2013 chamado apenas Tomb Raider. Continue lendo