Galaxy of Pen and Paper – Um RPG brasileiro – Análise

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Faz um tempo as pessoas tentam trazer a experiência de RPG para os videogames. Para quem não conhece, RPG é um jogo de interpretação, o qual jogadores assumem o papel de personagens de uma história, enquanto outra uma pessoa, conhecida como mestre, descreve as aventuras que os jogadores vão fazer. Como é um jogo que o jogador pode tomar qualquer decisão e criar sua própria história, acaba sendo uma experiência muito difícil de ser adaptada para os videogames. No Japão, os desenvolvedores resolveram adaptar a ideia do RPG para os videogames tirando as decisões dos jogadores e deixando a história linear. Já alguns desenvolvedores ocidentais, preferem dar um pouco mais de liberdade para o jogador criar e interpretar um personagem. Mas em todas essas conversões, nunca levavam em conta uma das melhores coisas do RPG, que é reunir com os amigos, comendo aquele salgadinho e refrigerante, enquanto discutem se uma regra é válida ou não. Tendo isso em mente, o pessoal do estúdio brasileiro Behold trouxe o Knights of Pen and Paper, um videogame que você controla jogadores que estão interpretando personagens em um jogo de RPG. Sim, é muito loucura, mas foi uma ideia genial e um jogo bem maneiro. Quando fiquei sabendo que a continuação desse jogo, o Knights of pen and paper 2, seria feita por outro estúdio, fiquei bem triste, pois o primeiro jogo era bom e eu queria saber o que os criadores do material original poderiam fazer com mais orçamento. Mal sabia eu que a Behold, assim como um bom mestre de RPG, estava escondendo algo misterioso para surpreender a todos quando eles menos estiverem esperando e esse revelação foi Galaxy of Pen and Paper, a sequência que eu não sabia que queria, mas assim que foi anunciada, eu fiquei louco para jogar. Continue lendo

Azure Striker Gunvolt – Um “megaman” diferente – Análise

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Desde que a Capcom desistiu de fazer Megaman, não foram apenas os fãs que ficaram na mão, mas também uma desenvolvedora, a Inti Creates, cuja função durante anos foi dar continuidade a série do robozinho azul assim que os estúdios da Capcom perderam o interesse, sendo responsáveis pela série Megaman Zero e por outros jogos isolados como Megaman 9, 10 e ZX. Depois que a Capcom demitiu vários funcionários envolvidos com Megaman, encerrando inclusive jogos que estavam em produção, a Inti Creates incorporou vários desses profissionais e resolveram criar a sua própria franquia de jogos de tiro em 2D, o Azure Striker Gunvolt. Continue lendo

Crash não é Dark Souls

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Houve um tempo que a tendência de design de videogames era não deixar nem o jogador pensar. Tudo tinha que ser explicado e se o jogador não desse conta, o jogo te ajudava, te sugeria uma dificuldade mais fácil, te apontava para onde você deve ir ou simplesmente te jogava em um corredor para não ter erro. Não tenho nada contra jogos lineares, mas faltava aquela sensação de descoberta de explorar o mundo por conta própria. Assim veio a série Souls e seu excelente design que explicava muito pouco, fazendo as pessoas questionarem tudo que acreditam ser regra nos videogames modernos, sendo praticamente um jogo com design antigo, como os do nintendinho, os quais cobraram extremo controle do personagem, mas com uma roupagem moderna. Existem diversas coisas incríveis que os jogos dessa série entregaram, mas não sei por que, a maioria das pessoas só falam é sobre a dificuldade deles. Continue lendo

Castlevania Netflix 1º temporada – Análise

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Quando foi anunciado um desenho baseado em Castlevania, uma das séries de jogos que mais amo, a primeira reação minha foi medo. Podem me julgar por isso, mas depois de tantos jogos porcamente adaptados para o cinema e até mesmo para os animes, como a animação de Persona 4, que de tão inferior ao material original, todo mundo envolvido nela deveria ser preso. Por esses motivos, não pude deixar de pensar que Castlevania seguiria o mesmo destino. Logo me tranquilizei com a informação que o estúdio envolvido seria o Frederator Studios, o mesmo de Hora da Aventura e Padrinhos mágicos, animações de excelente qualidade e principalmente criatividade, fatores muito importantes para adaptar um jogo, mídia a qual não é conhecida por contar histórias bem, justamente porque muitas vezes o desafio é mais importante do que o enredo, como no caso de Castlevania. Continue lendo

4 consoles bons odiados pelas pessoas

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Acredito que uma das discussões mais frequente em fóruns é sobre qual é o melhor console. É normal que cada um tenha sua plataforma de jogos favorita, mas para justificar a razão dela ser melhor, muitas vezes diminuem as outras como se elas não fossem nada. Para corrigir essa injustiça, fiz uma lista que mostra os consoles mais odiados, mas que são muito bons. Continue lendo