Super Button Soccer – Futebol de botão nos videogames – Análise

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Quando eu era moleque, um dos jogos não eletrônicos mais populares entre a molecada era o futebol de botão. Consistia em você tem diversos disco de plástico, os chamados botões, em um mini campo simulado, sendo que cada um desses botões simulava um jogador de futebol e você tinha que deslizar um botão de plástico, para que o outro botão disparasse contra a bola e chegasse até o gol. Com o passar dos anos, o futebol de botão foi ficando cada vez mais impopular, principalmente porque os videogames simulavam muito melhor um jogo de futebol real, o que é uma pena, pois o futebol de botão tinha toda uma estratégia diferente de jogo e pensando nisso, acredito que o estúdio brasileiro Smyowl criou o Super Button Soccer, o jogo que traz para os videogames a experiência do futebol de botão. Continue lendo

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Bloodstained: Curse of the moon – Sucessor do Castlevania – Análise

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Um bom tempo depois que o principal produtor da série Castlevania, Koji Igarashi, saiu da Konami, ele criou um financiamento coletivo para o desenvolvimento de um jogo aos moldes do clássico Castlevania: Symphony of the night chamado de Bloodstained: Ritual of the night. Uma das metas estendidas alcançadas era uma versão 8 bits do jogo que muita gente pensou que seria um simples filtro visual do jogo ou algum mini game, nada muito complexo, porém somos surpreendidos que o próprio Igarashi deu um pronunciamento que um tal Bloodstained Curse of the Moon seria lançado em maio de 2018, deixando nós fãs um pouco confusos inicialmente, mas foi explicado que o Curse of the Moon era a versão 8 bits prometida anteriormente, sendo um jogo completo, aos moldes dos Castlevania antigos e que já estava pronto. Eu fiquei ainda mais animado com o game por saber que ele foi desenvolvido pela Inti Creates, a mesma da série Megaman Zero e do excelente Azure Striker Gunvolt, que inclusive tem análise aqui no blog e se você quiser ver, só clicar aqui. Continue lendo

Horizon Chase Turbo – Top Gear brasileiro – Análise

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Os primeiros videogames de corrida eram simples e limitados. Não existia tecnologia suficiente para simular corridas mais realistas, então o negócio era simplesmente desviar dos adversários e acelerar. Com o tempo, as corridas nos videogames foram ficando cada vez mais fiéis à realidade. Mesmo os jogos ditos como arcades, aqueles que não tentam ser simuladores, dão um maior controle do veículo ao jogador, com a possibilidade de você até virar o carro e ir no sentido contrário da corrida, sendo que antigamente o máximo que você poderia fazer era virar para a esquerda e para direita, acelerar e frear, as vezes soltando um turbo. Por mais que os jogos atuais sejam legais, existia um charme naquela jogabilidade antiga que foi perdido e para resgatar esse sentimento, o estúdio brasileiro Aquiris criou o Horizon Chase, um jogo inicialmente exclusivo para dispositivos móveis, o que era um desperdício, pois um jogo desses eu queria jogar em uma tela grande, quem sabe chamar um amigo para jogar comigo. Felizmente o estúdio resolveu lançar o jogo em uma versão definitiva a qual saiu para Playstation 4 e PC, versão essa chamada o Horizon Chase Turbo. Continue lendo

Next Jump Shmup Tactics – Navinha + estratégia – Análise

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Um dos gêneros mais usados pelos desenvolvedores de jogos indies é um roguelike, gênero esse caracterizado pela geração de mapas aleatórios e morte permanente, isto é, morreu começa tudo de novo. Apesar de parecer frustrante, eles podem ser finalizados em questão que minutos se você souber o que fazer, sendo que cada morte é uma lição. Por serem relativamente mais fáceis de serem desenvolvidos, já que o jogo é curto e é necessário jogá-lo diversas vezes para chegar ao fim, os criadores de jogos independentes cada vez mais buscam criatividade para que seu jogo seja relevante no meio de muitos, às vezes até misturando ideias consagradas. Esse é caso Next Jump Shmup Tactics, um jogo brasileiro que mistura o agitado estilo de jogo de navinha com a estratégia de jogos de tabuleiro, uma combinação inusitada por serem estilos de jogos totalmente diferentes, o que me fez querer jogar apenas pela curiosidade de ver como ficou essa combinação. Continue lendo

Marvel Super Heroes – Guerra Infinita nos Arcades – Análise

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Uma das maiores sagas do universo marvel dos quadrinhos foi o desafio infinito. Nessa história, o titã Thanos, a fim de agradar a entidade Morte, reúne as joias do infinito, objetos que dão poderes inimagináveis se forem usadas em conjunto, tanto que Thanos fica tão poderoso que “dá um pau” no universo Marvel inteiro, inclusive os heróis mais poderosos e as entidades cósmicas. A saga agradou os fãs da época, ficando na memória de muitas pessoas e inclusive recebendo uma adaptação para os cinemas recentemente, porém na época essa saga foi recontada em outra mídia, os videogames. Duas adaptações foram feitas: O “Marvel Super Heroes – War of the Gems”, um jogo de porradaria e plataforma dividido por fases e o Marvel Super Heroes, um jogo de luta para arcade bastante influente, que formou as fases para os jogos da série versus da Capcom e esse último game é o assunto dessa análise. Continue lendo

Burnout Paradise – O melhor jogo da série Burnout – Análise

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Quando eu era adolescente, a banda que eu mais gostava era o Guns n Roses. Seu estilo rebelde, somado as composições simples, porém cheias de emoção, eram mais do que um som popular, representava para mim uma identidade. Uma das canções mais famosas da banda é a Paradise City, que contava com um refrão que se repetia bastante e uma letra que falava de um lugar perfeito, um cidade com grama verde e garotas bonitas, o que despertava a minha imaginação de como seria esse local, até porque era uma descrição bastante vaga para o que deveria ser um paraíso. Pois bem, anos depois, o estúdio Criterion resolveu fazer a sua interpretação do que seria essa tal de Paradise City no jogo Burnout Paradise. Continue lendo

Rampage – A série de jogos que inspirou o filme

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Muitos jogos querem te colocar no papel de herói. As pessoas adoram o sentimento que estar fazendo a coisa certa, mesmo que em um videogame. Mas nem todos os jogos querem que você salve as pessoas e em alguns você pode ser o vilão. Um desses jogos que te coloca no papel de antagonista é Rampage, uma série que faz referência aos filmes de monstros como King Kong e Godzilla, o qual coloca o jogador no papel de criaturas gigantes destruindo uma cidade. Eu lembro de sempre ter visto os jogos dessa série nas prateleiras das locadoras, porém ninguém jogando, então me surpreendi que um jogo, o qual eu nunca tinha visto nada além das capas, tinha ganhado uma adaptação para cinema com o The Rock como astro do longa. Por esse motivo resolvi jogar os games da série e fiquei ainda mais surpreso dessa franquia ter ganhado um filme de alto orçamento com uma campanha de marketing forte a qual eu vejo falar sobre o filme em qualquer lugar da internet que eu esteja. Continue lendo