Fluffy Horde – RTS brasileiro – Análise


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Desenvolvido pelo estúdio brasileiro Turtle Juice, Fluffy Horde é um jogo estilo RTS como Age of Empires e Warcraft, mas com a diferença de ter visão lateral e principalmente, não se levar nenhum pouco a sério, pois afinal de contas, sua missão é combater um shaman o qual quer destruir um reino lançando uma praga de coelhos fofinhos. Continue lendo

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Dead Space – Claustrofóbico e imersivo – Análise


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No começo do século 21, acreditava-se que jogos não davam mais medo e as pessoas não queriam mais uma temática aterrorizante neles. De fato, na época do playstation 1, o mercado foi inundado de títulos que prometiam dar sustos nos jogadores, mas o terror não é algo que a maioria das pessoas podem experienciar o tempo inteiro, pois com o tempo, o natural é superar o medo e ele não ter mais efeito. Assim, se o jogo não dava mais medo, só sobrava mecânicas as quais propositalmente não respondiam bem aos comandos do jogador, câmeras horríveis e enredos um pouco monótonos. Claro que ainda existiam aqueles que sentiam medo nos jogos, mas não era um público grande o suficiente para suprir altos orçamentos. Por esse motivo, Resident evil 4 partiu para o lado da ação, depois que a Capcom não ficou satisfeita com as vendas do Resident Evil Remake, um excelente jogo cujo principal problema era ser mais um título em uma temática saturada. Resident evil 4 redefiniu o gênero de tiro em terceira pessoa, com uma câmera nos ombros do personagem e principalmente mostrando para a indústria que a principal franquia de terror dos videogames estava abandonando os sustos para entregar uma boa mecânica de tiro, então o melhor era todo mundo fazer a mesma coisa, mas um desconhecido estúdio da EA, a Visceral Games, que só fazia jogos baseados em licenças como Simpsons, Poderoso Chefão e James Bond, estava afim de criar algo novo, usando como base o título que matou o terror nos videogames, um game aos moldes Resident Evil 4, porém com uma diferença básica: O jogo seria aterrorizante. E assim surgiu a ideia de Dead Space. Continue lendo

Assassin’s Creed: Bloodlines – PSP – Análise


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Lançado para o PSP e sendo um dos jogos mais lembrados da plataforma, “Assassins Creed: Bloodlines” veio para trazer a famosa franquia de assassinos da Ubisoft para o portátil da Sony, mas diferente de outros spin-offs da série lançados na época, a proposta desse jogo era entregar um gameplay semelhante ao que era vista nos consoles de mesa, mas será que o game conseguiu agradar as expectativas? Bom, eu acredito que não. Continue lendo

Akane – Jogo arcade brasileiro – Análise


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Na década de 80 e 90, alguns animes de ficção científica influenciaram bastante a cultura pop. Muitos deles terminavam com batalhas as quais o protagonista não se importava mais em viver ou morrer, apenas queria matar os seus inimigos. Me lembrei dos momentos finais de várias dessas animações quando joguei Akane, um jogo que inicialmente pode dar a impressão que não tem muito a oferecer, mas que surpreende cada vez mais em cada jogada. Continue lendo

Far Cry 3 Blood Dragon – O Far Cry dos anos 80 – Análise


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O ano é 2007, o futuro onde existem cyborgs no exército e a guerra fria acabou esquentando, virando um conflito nuclear. Nesse cenário, o cyber soldado Sargento Rex invade uma ilha bizarra, cheia de animais modificados, para deter as forças do mal lideradas pelo Coronel Sloan que querem ameaçar a liberdade da grande nação dos Estados Unidos. Nessa premissa super brega que a aventura de Far Cry 3 Blood Dragon começa, pois é isso mesmo que esse jogo quer, que é resgatar essa ficção científica dos anos 80, algo que é futurista, mas ao mesmo tempo bastante retrô. Continue lendo

Dust: An Elysian Tail – Metroidvania com ação desenfreada – Análise

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Quando foi lançado lá em 2012, Dust: An Elysian Tail impressionou muita gente. É um metroidvania grande e completo, parecia ter sido feito por uma equipe gigante, mas na verdade, tirando o trabalho de vozes dos personagens, trilha sonora e algumas partes do roteiro, toda o resto foi feito por um artista só, o Dean Dodrill, isso mesmo, um cara sozinho programou um jogo grande, desenhou tudo, inclusive às excelentes animações de personagens e entregou um grande jogo na época, mas será que ele continua bom? Continue lendo

Super Button Soccer – Futebol de botão nos videogames – Análise

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Quando eu era moleque, um dos jogos não eletrônicos mais populares entre a molecada era o futebol de botão. Consistia em você tem diversos disco de plástico, os chamados botões, em um mini campo simulado, sendo que cada um desses botões simulava um jogador de futebol e você tinha que deslizar um botão de plástico, para que o outro botão disparasse contra a bola e chegasse até o gol. Com o passar dos anos, o futebol de botão foi ficando cada vez mais impopular, principalmente porque os videogames simulavam muito melhor um jogo de futebol real, o que é uma pena, pois o futebol de botão tinha toda uma estratégia diferente de jogo e pensando nisso, acredito que o estúdio brasileiro Smyowl criou o Super Button Soccer, o jogo que traz para os videogames a experiência do futebol de botão. Continue lendo