Ragnarok Mobile – A reinvenção do clássico


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Depois de tantas mudanças que desagradaram os fãs, Ragnarok Online mostrou sinais de cansaço. Muito gente o abandonou por cansar de sofrer na mão da level up, outros simplesmente encheram o saco da repetição que esse tipo de jogo acaba gerando na maioria do público. Não adianta mudar o antigo, pois isso é como trocar o pneu de um carro em movimento, isto é, as chances de dar errado são gigantes. Não que a Gravity não tenha tentado, com a atualização Renewal que modernizava um pouco as coisas, forçando os jogadores a jogar em outros mapas e matarem monstros diferentes, mas ao mesmo tempo obrigava a fazer algo que antes não era necessário, por isso é difícil um jogador que tenha gostado dessa mudança. Mexer em um código tão antigo de um jogo lançado em 2002 imagino que seja bastante trabalhoso, caro e o motivo da dificuldade de barrar os bots. Tendo isso em mente, como Ragnarok poderia continuar como uma marca forte? A resposta seria fazer outro jogo moderno, que não obrigasse ninguém a mudar para ele, que fosse cheio de coisas para fazer e que ao mesmo tempo não desse tanto trabalho para a sua desenvolvedora. A resposta foi Ragnarok Mobile: Eternal Love. Continue lendo

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Devil May Cry – A revolução do Hack and Slash – Análise


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No começo dos anos 2000, Resident Evil estava começando a ficar saturado devido ao número de jogos bem parecidos da franquia que haviam sido lançados em um curto período de tempo. A série precisava de uma renovação para continuar relevante e parecia que o caminho mais óbvio era a ação, mas isso foi experimentado aos poucos. A Capcom, produtora do jogo, parecia estar cada vez mais inclinada a largar os jogos de terror, pois o público nunca se cansava de combates frenéticos, mas não estavam respondendo tão bem assim a títulos com a pegada aterrorizante. Um exemplo disso foi Dino Crisis, que o primeiro game praticamente era um Resident Evil com dinossauros, ainda tendo munição limitada e inimigos poderosos, enquanto o Dino Crisis 2 é muito mais um jogo de ação que premia o jogador por entrar em combate, no lugar de punir como o seu antecessor fazia. Onimusha, por sua vez, era um “Resident Evil com samurai” e parecia estar muito mais interessado em entregar golpes rápidos do que dar sustos, então aparentemente esse também era o caminho natural de Resident Evil. Tá certo que a franquia de zumbis da Capcom ainda tentaria entregar sustos em jogos como Resident Evil Remake, Zero e nos Outbreaks, mas a série principal precisava ir para um caminho mais popular e até arriscar um pouco mais. Assim surgiu o projeto de Resident Evil 4, o jogo o qual tinha a missão de atualizar uma fórmula que estava mais do que desgastada por tantos títulos semelhantes que haviam sido entregues para os jogadores no final da década de 90 e no início dos anos 2000. Para essa tarefa chamaram Hideki Kamiya, o diretor que tinha dirigido Resident Evil 2, o título da franquia de maior sucesso até então e assim surgiu Devil May Cry. Continue lendo

Crash do GBA vale a pena? – Crash Bandicoot – The Huge Adventure – Análise


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No tempo do Playstation 1, Crash era um dos mascotes mais populares. O jeito maluco do personagem combinado com controles simples, porém dificuldade acentuada, foram a receita para um dos maiores sucessos daquela geração, tendo 3 jogos da série principal no primeiro console da Sony. O que pouca gente sabe ou ignora é que o marsupial também teve alguns jogos originais para game boy advance, um trilogia que vale muito a pena jogar, estando entre os melhores jogos do portátil da Nintendo e tudo isso começou com Crash Bandicoot – The Huge Adventure. Continue lendo

Você precisa ver High Score Girl


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“Hadoukens” com certeza eram os golpes mais ouvidos nos fliperamas de todo o mundo no começo dos anos noventa com o lançamento de Street Fighter 2. O título da Capcom era uma revolução no estilo de jogos de luta um contra um, por seus personagens variados, gráficos incríveis e jogabilidade fluída. Esse jogo reacendeu todo um mercado de fliperamas que estava em baixa no período, graças a popularidade dos consoles domésticos e aqui no Brasil não foi diferente. Vários locais disponibilizavam arcades e com certeza, se você viveu essa época, deve ter depositado fichas nessas máquinas que muitas vezes se encontravam em botecos sujos, mas cheios de crianças. A gente não tinha ideia de que no futuro os arcades só poderiam ser encontrados em shoppings ou em locais “retrô”, embora em alguns lugares do mundo como no Japão, essa cultura de fliperamas ainda continua. Para explicar como isso começou na terra do sol nascente e mostrar para o mundo como foi a recepção japonesa dos clássicos dos videogames, um mangá chamado High Score Girl foi feito e logo depois ganhou adaptação para anime, que não chamou muito a atenção do público otaku no lançamento, mas felizmente a Netflix adquiriu os direitos de exibição da obra, com direito até a dublagem em português e eu resolvi assistir. Antes de ver, tive um pouco de preconceito, pois parecia mais uma daquelas obras que abusam da nostalgia para entregar algo meio vazio, porém, para a minha surpresa, digo que é uma das melhores coisas que vi em 2018. Continue lendo

Red Dead Redemption e o mundo aberto da Rockstar


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Desde Red Dead Redemption foi lançado, fui bombardeado por opiniões extremamente favoráveis sobre esse game, mas sempre fiquei com o pé atrás em jogá-lo. Motivo? Não curto muito o modo que a Rockstar trabalha com o mundo aberto. No GTA 3, era até interessante ter todo aquele mundo virtual para poder fazer o que quiser, mas logo fui percebendo que apesar das excelentes ambientações vistas no GTA Vice City e San Andreas, os jogos pareciam uns “patos”. Sim, isso mesmo patos, bichos que voam e nadam, mas não fazem bem nenhuma dessas coisas. Dirigir era ruim, atirar também e nem se movimentar era algo prazeroso, mas ter tudo isso em um game só, dava uma sensação de liberdade. O progresso desses jogos também não era dos melhores, pois apesar de ter jogado muito desses games e sempre ter me focado nas missões, eu não cheguei a finalizar nem um jogo de mundo aberto da Rockstar no Playstation 2. O estilo de contar uma história através de missões separadas que você poderia fazer qualquer uma delas em qualquer ordem, deixava uma sensação que a continuidade do enredo não era importante e até que algumas daquelas histórias nem eram tão relevantes assim, estando lá apenas para encher linguiça, embora sendo obrigatórias para finalizar o game. Mas as pessoas continuaram falando e falando sobre isso, parecendo que realmente Red Dead Redemption tinha conseguido melhorar esses problemas ou ao menos fazer todo mundo ignorá-los pela história contada que dessa vez parecia ser diferente. Fui convencido a jogar, principalmente com o hype gigantesco feito pela continuação desse game, que saiu recentemente e comentários dizendo que o primeiro “Redemption” era o melhor jogo da geração passada, o que me fez pensar: Será que a Rockstar atualizou a fórmula dela e deixou o ato de jogar mais prazeroso? Red Dead Redemption é o melhor jogo do Playstation 3 e Xbox 360? Continue lendo

Batman Arkham City – Mundo aberto do homem morcego – Análise


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Batman sempre foi um herói com muitos jogos, mas a maioria deles era genérico, pois não tentavam entender as habilidades do personagem e passá-las para o jogo. Foi assim até o lançamento de Batman Arkham Asylum, um dos jogos mais influentes dos últimos tempos, tanto pelo seu combate simples de entender, porém eficiente, mas também por diversas outras inovações no gênero como o modo detetive, que destaca objetos de interesse no cenário. O enredo do jogo era incrível, feito por um estúdio que realmente conhecia o herói a fundo. Parecia ser complicado fazer uma continuação de um jogo desses, pois se fosse a mesma coisa, as pessoas que gostaram das novidades apresentadas pelo primeiro game iriam ficar decepcionadas, mas ao mesmo tempo não poderiam abandonar a base sólida criada no Asylum. O jeito foi expandir, mas expandir mesmo a liberdade do jogador e assim nasceu Batman Arkham City. Continue lendo

Fluffy Horde – RTS brasileiro – Análise


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Desenvolvido pelo estúdio brasileiro Turtle Juice, Fluffy Horde é um jogo estilo RTS como Age of Empires e Warcraft, mas com a diferença de ter visão lateral e principalmente, não se levar nenhum pouco a sério, pois afinal de contas, sua missão é combater um shaman o qual quer destruir um reino lançando uma praga de coelhos fofinhos. Continue lendo