Far Cry 3 Blood Dragon – O Far Cry dos anos 80 – Análise


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O ano é 2007, o futuro onde existem cyborgs no exército e a guerra fria acabou esquentando, virando um conflito nuclear. Nesse cenário, o cyber soldado Sargento Rex invade uma ilha bizarra, cheia de animais modificados, para deter as forças do mal lideradas pelo Coronel Sloan que querem ameaçar a liberdade da grande nação dos Estados Unidos. Nessa premissa super brega que a aventura de Far Cry 3 Blood Dragon começa, pois é isso mesmo que esse jogo quer, que é resgatar essa ficção científica dos anos 80, algo que é futurista, mas ao mesmo tempo bastante retrô. Continue lendo

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A origem de Kirby – Kirby’s Dream Land

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Nas primeiras décadas da história dos videogames, os jogos eletrônicos eram conhecidos como desafiadores. Finalizar um jogo era coisa de pessoas muito habilidosas, que tinham bastante paciência ou simplesmente não tinham opção. Isso cada vez mais deixou de ser tendência e as empresas aos poucos foram notando que precisam trazer públicos mais jovens e menos habilidosos para a indústria. Uma das iniciativas mais notáveis foi Kirby’s Dream Land lançado em 1992 para o game boy, o primeiro jogo de uma série de uma das franquias mais sólidas da Nintendo, embora não tão popular como outras desse período.
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Dust: An Elysian Tail – Metroidvania com ação desenfreada – Análise

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Quando foi lançado lá em 2012, Dust: An Elysian Tail impressionou muita gente. É um metroidvania grande e completo, parecia ter sido feito por uma equipe gigante, mas na verdade, tirando o trabalho de vozes dos personagens, trilha sonora e algumas partes do roteiro, toda o resto foi feito por um artista só, o Dean Dodrill, isso mesmo, um cara sozinho programou um jogo grande, desenhou tudo, inclusive às excelentes animações de personagens e entregou um grande jogo na época, mas será que ele continua bom? Continue lendo

Guacamelee – Metroidvania no México – Análise

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O folclore mexicano é um dos mais interessantes quando retratado na cultura pop. A forma a qual do México lida com a morte é totalmente diferente, pois no lugar de lamentar, é feita uma festa alegre para homenagear as pessoas falecidas, com muita alegria e nada de cores fúnebres, muito pelo contrário, é uma festividade muito colorida e alegre. Inspirado nisso, o estúdio canadense Drinkbox criou o Guacamelee, um metroidvania o qual mistura o dia dos mortos com os tradicionais lutadores mascarados e faz uma grande homenagem a cultura mexicana. Continue lendo

Super Button Soccer – Futebol de botão nos videogames – Análise

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Quando eu era moleque, um dos jogos não eletrônicos mais populares entre a molecada era o futebol de botão. Consistia em você tem diversos disco de plástico, os chamados botões, em um mini campo simulado, sendo que cada um desses botões simulava um jogador de futebol e você tinha que deslizar um botão de plástico, para que o outro botão disparasse contra a bola e chegasse até o gol. Com o passar dos anos, o futebol de botão foi ficando cada vez mais impopular, principalmente porque os videogames simulavam muito melhor um jogo de futebol real, o que é uma pena, pois o futebol de botão tinha toda uma estratégia diferente de jogo e pensando nisso, acredito que o estúdio brasileiro Smyowl criou o Super Button Soccer, o jogo que traz para os videogames a experiência do futebol de botão. Continue lendo

Bloodstained: Curse of the moon – Sucessor do Castlevania – Análise

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Um bom tempo depois que o principal produtor da série Castlevania, Koji Igarashi, saiu da Konami, ele criou um financiamento coletivo para o desenvolvimento de um jogo aos moldes do clássico Castlevania: Symphony of the night chamado de Bloodstained: Ritual of the night. Uma das metas estendidas alcançadas era uma versão 8 bits do jogo que muita gente pensou que seria um simples filtro visual do jogo ou algum mini game, nada muito complexo, porém somos surpreendidos que o próprio Igarashi deu um pronunciamento que um tal Bloodstained Curse of the Moon seria lançado em maio de 2018, deixando nós fãs um pouco confusos inicialmente, mas foi explicado que o Curse of the Moon era a versão 8 bits prometida anteriormente, sendo um jogo completo, aos moldes dos Castlevania antigos e que já estava pronto. Eu fiquei ainda mais animado com o game por saber que ele foi desenvolvido pela Inti Creates, a mesma da série Megaman Zero e do excelente Azure Striker Gunvolt, que inclusive tem análise aqui no blog e se você quiser ver, só clicar aqui. Continue lendo

Horizon Chase Turbo – Top Gear brasileiro – Análise

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Os primeiros videogames de corrida eram simples e limitados. Não existia tecnologia suficiente para simular corridas mais realistas, então o negócio era simplesmente desviar dos adversários e acelerar. Com o tempo, as corridas nos videogames foram ficando cada vez mais fiéis à realidade. Mesmo os jogos ditos como arcades, aqueles que não tentam ser simuladores, dão um maior controle do veículo ao jogador, com a possibilidade de você até virar o carro e ir no sentido contrário da corrida, sendo que antigamente o máximo que você poderia fazer era virar para a esquerda e para direita, acelerar e frear, as vezes soltando um turbo. Por mais que os jogos atuais sejam legais, existia um charme naquela jogabilidade antiga que foi perdido e para resgatar esse sentimento, o estúdio brasileiro Aquiris criou o Horizon Chase, um jogo inicialmente exclusivo para dispositivos móveis, o que era um desperdício, pois um jogo desses eu queria jogar em uma tela grande, quem sabe chamar um amigo para jogar comigo. Felizmente o estúdio resolveu lançar o jogo em uma versão definitiva a qual saiu para Playstation 4 e PC, versão essa chamada o Horizon Chase Turbo. Continue lendo