Epic Games Store – Salvadora ou vilã?


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Houve uma época que jogar no computador estava muito atrelada a pirataria. Muitos títulos ficavam exclusivos para consoles justamente porque era muito mais cômodo piratear nos PCs do que comprar os jogos. Assim surgiu o Steam, uma loja que revolucionou e acabou monopolizando o mercado de venda de jogos no computador, pois além de serem fáceis de baixar, os jogos eram bastantes baratos, mas com o tempo, a plataforma de venda de jogos da Valve foi se acomodando, parou de desenvolver exclusivos atrativos, as promoções de temporada não são tão absurdamente baratas como antes, não respondem mais a comunidade e não ouvem mais os desenvolvedores indies. Vários concorrentes da Steam começaram a surgir, mas nenhum tão promissor quanto a Epic Games, que surgiu apenas para rodar jogos da empresa como o Fortnite, porém resolveu “peitar” a steam como plataforma viável para se jogar nos PCs, mas no lugar dos jogadores se empolgarem com um novo concorrente, muitos estão furiosos com o loja. Será que eles têm razão?
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A Level up está falindo? – Entrevista com a Level up

Quando alguém cita o nome da Level Up Games em quase todos os locais da internet, a chance de vir coisa boa não é muito alta. Apesar da empresa ter trazido a alegria para vários jogadores com excelentes jogos, também protagonizou várias polêmicas e já foi e ainda é acusada de não ligar para mais nada além de ganhar o máximo de dinheiro a curto prazo. Ainda sim, pouca gente resolveu realmente perguntar a empresa o que ela tem a dizer sobre as diversas acusações que ela recebe e eu logo pensei que era porque eles não respondiam ninguém, mas estava errado, pois o próprio CEO da Level Up, Julio Vieitez, me respondeu por e-mail, inclusive sendo convidado para visitar a sede da Level UP por um dos assessores de imprensa deles, o Theo Azevedo, todos eles sendo muito simpáticos a um cara como eu que já chegou da forma mais cretina possível, fazendo perguntas bem complicadas, mas infelizmente não pude ir pessoalmente, pois moro bem longe de São Paulo capital, entretanto isso não prejudicou na qualidade das perguntas e respostas que acredito que são bem esclarecedoras e algumas até inéditas.

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Level Up Games – Entre acertos e erros


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Quem jogava no computador no começo dos anos 2000, com certeza conhece a Level Up Games, empresa que distribuiu diversos jogos de sucesso no país como Ragnarok Online, The Duel, Grand Chase e Perfect World. Ainda sim, a grande maioria dos jogadores, mesmo aqueles que ainda jogam games distribuídos por essa empresa, não falam coisas boas sobre ela. Mas como tudo isso começou? Quando foi que a Level UP deixou de ser aquela empresa que trazia excelentes jogos para ser uma das mais odiadas pelos jogadores brasileiros? Não é uma pergunta fácil de ser respondida, então para entender tudo, precisamos voltar para o início da fundação da empresa. Continue lendo

Modo online do Monster Hunter do playstation 2 voltou


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Lançado em 2004 para o Playstation 2, Monster Hunter é um jogo de ação em terceira pessoa que inovou por trazer um combate lento, o qual você precisava analisar o inimigo, prever o que ele vai fazer, para só assim esquivar e atacar no momento certo. O jogador mergulhava em um mundo recheado de criaturas para caçar e usar os restos mortais dos bichos para fazer equipamentos mais fortes. Não é um jogo para qualquer um, mas quem gosta, geralmente se vicia rápido no game perdendo várias horas. Um pena que os servidores do jogo fecharam em 2011 e desde então os jogadores não puderam ver como era o ambiente online daquele jogo. Jogando o modo single player, dá para sentir que o jogo foi feito para ser jogado com os amigos, pois até o tutorial do game vai fazer você entrar em uma sessão só para aprender coisas básicas do jogo. Continue lendo

Como o filme do Sonic deveria ser


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Desde que as primeiras imagens do filme do Sonic saíram, já dava para sentir que hollywood não estava com boas intenções. Queriam seguir uma fórmula fácil, a mesma que havia dado certo em “Smurfs” e em “Alvin e os esquilos”, de trazer uma criatura carismática de outra mídia para o mundo humano e fazer ele contracenar com pessoas reais, criando um choque de realidade. Além disso ser bastante preguiçoso, por ser bem pouco original, deixa claro que o filme queria apelar para um público maior sem gastar muito e nem se deu o trabalho de conhecer a base de fãs da franquia, pois mesmo nos seus piores momentos, o Sonic sempre manteve um bom visual, mesmo quando virou um lobisomem no Sonic Unleashed e isso foi o suficiente para alguns fãs gostarem de alguma coisa até dos piores jogos da franquia, como o Sonic 2006 que era cheio de bugs e telas de carregamento intermináveis, mas a aparência do personagem principal era muito boa. Mas nem isso Hollywood conseguiu fazer, entregando um ouriço que mais parece uma ratazana do satanás. Vendo todo esse desastre, eu fico pensando: Como Hollywood poderia ter acertado e ainda conseguir um lucro fácil? Já vou adiantar que não era tão complicado assim.

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4 jogos baseados em animes


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Quando ainda tínhamos muitos animes na TV brasileira, nada melhor do que quando o episódio do dia terminava, a gente poder continuar as aventuras de outras formas, às vezes até interagindo com os personagens que tanto gostamos. Isso era possível nos videogames, principalmente nos RPGs, pois embora fosse um estilo de jogo que exigia o domínio de outra língua para entender a história, era um dos poucos estilos que você acompanhava o personagem ficando mais forte e tinha um mundo gigantesco para explorar. Por esse motivo, vou fazer uma lista de 4 jogos baseados em animações japonesas de sucesso, os quais se você não jogou, vale a pena jogar. Continue lendo

Talk to Strangers – Análise


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Se você alguma vez já trabalhou com vendas nas ruas, sabe o quanto esse serviço pode ser estressante. É como se o tempo inteiro você tivesse incomodando as pessoas e constantemente recebesse pequenas doses de ódio. Pior ainda se você faz esse trabalho fora da cidade e tem que dormir sozinho em um hotel, tendo afogar suas mágoas de alguma forma. Não parece ser uma premissa que viraria um jogo, mas o estúdio brasileiro Post Mortem Pixels resolveu encarar esse desafio e desenvolveu o Talk to Strangers, um jogo que você controla um vendedor externo que trabalha com metas abusivas, tendo que visitar várias casas para conseguir vender os seus produtos e no final do dia volta para um solitário quarto de hotel. Continue lendo