Remasters antigos

(TODO CONTEÚDO DESSE TEXTO PODE SER VISTO NO VÍDEO ACIMA)

Remasters, a nova mania  para se odiar da galera (mais uma nova modinha para ser odiada pela galera), pois afinal de contas, é um negócio que só surgiu agora, certo? Verdade que ultimamente estão surgindo muitas novas versões de jogos antigos, algumas vezes com simples melhora gráfica, e outras vezes até a estrutura do gameplay é mudada. Mas será que isso é uma novidade que só surgiu agora? Na verdade não. Com a necessidade de dar utilidade a consoles de nova geração quando os jogos exclusivos ainda estão sendo feitos, vários remasters estão saindo ultimamente, mas não quer dizer que isso não era feito antes. Os motivos disso não ser feito em larga escala antigamente vão desde da dificuldade de converter um jogo para outra arquitetura, até a falta de necessidade de fazer isso, pois o tempo de desenvolvimento de vários clássicos da era 16 bits não passava de um ano.

Não lembra destes remasteres? Então vou citar alguns que mais me vêm à memória quando eu lembro do assunto.


Vamos começar pelo robô azul que protagonizou 6 títulos da série principal apenas no nintendinho e teve os 3 primeiros títulos remasterizados para o megadrive com a coletânea, Megaman: The Willy Wars. Sendo um belo consolo para os donos do 16 bits da sega, que não poderiam jogar Megaman X, Willy Wars era uma nova roupagem para uma série que um estrondoso sucesso no nintendo 8 bits. Contava com os 3 primeiros jogos com gráficos refeitos e alguns problema solucionados. Nada de tela piscando quando tem 3 ou mais personagens aparecendo ao mesmo tempo.

Lembrada por sua dificuldade insana e muitas vezes injusta, Ninja Gaiden deu as caras também no 16 bits da nintendo, porém em uma coletânea dos sucessos lançados no nintendinho, chamada de Ninja Gaiden Trilogy. Apesar de gráficos um pouco melhorados, essa coletânea decepcionou por trazer versões pioradas das músicas originais e mexer muito pouco nos gráficos. Ainda sim, ao menos servia para quem queria se aventurar no mundo de Ryu Hayabusa e só tinha o super nintendo.

Um sinônimo de bom remaster que todo mundo jogou, super mario allstars trazia em um só cartucho todos os grandes sucessos do bigodudo no nintendinho, inclusive o super mario 2 japonês, com nome de Lost Levels. Nessa coleção era possível ver claramente a evolução da série e curtir no console 16 bits o que muitos acreditam ser o melhor jogo da série, o Super Mario Bros 3. Mais tarde saiu uma versão que ainda contava com Super Mario World no pacote.

Lançado para o primeiro playstation, Final fantasy Chronicles trazia novas versões de Final Fantasy IV, o primeiro da era 16 bits e o considerado por muitos como o melhor j-rpg de todos os tempos, Chrono Trigger. A grande diferença dessas versões para as originais não se apresentam muito dentro do gameplay, mas sim na adição de cutscenes animadas em vídeo, que aproveitaram bem o espaço que a mídia cd poderia oferecer, uma mudança cosmética, mas em jogos que pouco precisavam ser atualizados, não fez falta uma mudança maior.

Bom, esses são apenas alguns dos remasteres clássicos para a galera nostálgica lembra antes de dizer que é algo que só começou agora. Sim, todo mundo quer novos jogos, mas apreciar games antigos com gameplay ajustado e gráficos melhores não é nenhum pouco ruim, principalmente para quem nunca jogou o original.

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